A Associação Brasileira de Transportadores Internacionais comunica aos associados que, seguindo o processo eleitoral, recebemos a inscrição de chapa única para a eleição dos membros da nova composição da Diretoria e dos Conselhos para o biênio 2026/2027.
A eleição acontecerá durante a Assembleia Geral Ordinária da Associação no dia 27 de novembro de 2025, às 8 horas
O evento será híbrido. Presencialmente, acontece na sede da entidade, situada na Rua dos Andradas, 1995, Bairro Santana, em Uruguaiana (RS). Os associados que desejarem participar online devem solicitar o link de acesso à Secretaria da entidade com antecedência, uma vez que a votação será realizada em sistema próprio.
E-mail: secretaria@abti.org.br | (55) 98116-6787
Confira a chapa inscrita na íntegra.
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Diretoria Executiva |
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Cargo |
Nome |
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Presidente |
Paulo Ricardo Ossani |
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1º Vice-Presidente |
Diego Tomasi |
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2º Vice-Presidente |
Glademir Zanette |
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1º Vice-Presidente de Relações Institucionais |
Sérgio Maggi Júnior |
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2º Vice-Presidente de Relações Institucionais |
Antônio Luiz da Silva Júnior |
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1º Vice-Presidente de Gestão Coordenada de Fronteiras |
Jorge Antônio Lanzanova |
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2º Vice-Presidente de Gestão Coordenada de Fronteiras |
Danilo Guedes |
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1º Vice-Presidente Administrativo-Financeiro |
Nolar Vicente Sauer |
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2º Vice-Presidente Administrativo-Financeiro |
Flávio Vasconcelos dos Santos |
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Diretoria Adjunta |
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Cargo |
Nome |
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Diretor/a |
Cássio Ciampolini Sampaio Barros |
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Diretor/a |
Clóvis Dall'Agnol |
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Diretor/a |
Edgardo José Gasparrini |
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Diretor/a |
Francine Roman |
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Diretor/a |
Julia Borghetti |
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Diretor/a |
Juan Carlos Castro Pastor |
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Diretor/a |
Leonardo Hoffmann Quiñónez |
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Diretor/a |
Rubem de Carvalho Maidana |
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Diretor/a |
Walter Edecio Soto |
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Conselho Fiscal |
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Cargo |
Nome |
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Presidente do Conselho Fiscal |
Valmor Scapini |
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Conselheiro/a Fiscal Efetivo |
Giovane Lindemayer de Oliveira |
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Conselheiro/a Fiscal Efetivo |
Hélio José Branco de Matias |
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Conselheiro/a Fiscal Suplente |
Matías Ferrari |
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Conselheiro/a Fiscal Suplente |
Isonir Bianchini Canalli |
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Conselheiro/a Fiscal Suplente |
Lenoir Gral |
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Conselho Consultivo |
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Cargo |
Nome |
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Presidente (gestão em curso) |
Paulo Ricardo Ossani |
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Vice-Presidente (gestão em curso) |
Diego Tomasi |
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Ex-Presidente |
Glademir Zanette |
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Ex-Presidente |
Francisco Cardoso |
A ABTI seguirá compartilhando, nos próximos dias, os principais resultados firmados em ata durante a última reunião plenária do Subgrupo de Trabalho nº 5 (SGT-5) do Mercosul, instância responsável por tratar dos temas ligados ao transporte rodoviário no bloco.
O encontro ocorreu nos dias 15 e 16 de outubro, em Brasília, sob a presidência temporária do Brasil, liderada pela ANTT.
Entre os temas em destaque esteve a discussão sobre a definição de uma idade máxima para os veículos habilitados ao Transporte Rodoviário Internacional de Cargas (TRIC) — proposta que surge em meio às crescentes preocupações com sustentabilidade e redução das emissões de gases poluentes.
O debate busca alinhar o transporte internacional terrestre às boas práticas ambientais e de modernização tecnológica que vêm sendo adotadas globalmente.
Propostas e justificativas
Durante a reunião, o Brasil destacou os impactos negativos causados por veículos muito antigos que ainda operam nas zonas de fronteira, frequentemente sujeitos a falhas mecânicas em pontes e vias de acesso internacionais, o que gera transtornos ao tráfego e riscos operacionais.
A delegação brasileira ressaltou a importância de investir na renovação da frota, com foco em veículos modernos e mais limpos, capazes de reduzir significativamente as emissões e contribuir para o cumprimento das metas ambientais futuras.
A ANTT apresentou um estudo técnico apontando que os veículos fabricados nos últimos 20 a 30 anos já incorporam tecnologias destinadas à redução de gases poluentes, conforme normas ambientais mais rigorosas.
Também foram apresentados cenários comparativos que demonstram os impactos da adoção de diferentes limites de idade máxima, tanto sobre o número de transportadoras e veículos habilitados ao TRIC quanto sobre a capacidade de carga útil.


A tabela em verde representa as transportadoras brasileiras habilitadas ao transporte com o Mercosul, Chile e Bolívia.
A tabela azul contempla transportadoras desses países habilitadas para o transporte com o Brasil. Dados do Perfil do TRIC da ANTT referentes ao mês de outubro.
As delegações nacionais se comprometeram a apresentar seus limites de idade atualmente aplicados em nível interno, o que representa um avanço no tratamento multilateral do tema.
A discussão também já vinha sendo conduzida pelo Brasil em negociações bilaterais, tanto com o Paraguai, em agosto, quanto com a Argentina, em encontro realizado neste mês de novembro.
Com a Argentina, o Brasil propôs um acordo bilateral que estabeleceria idade máxima inicial de 30 anos para veículos de transporte internacional — aplicada a novas autorizações e renovações, sem afetar veículos já habilitados.
A proposta, segundo o Brasil, busca conciliar metas ambientais e impactos socioeconômicos, evitando prejuízos desproporcionais ao setor.
A delegação argentina, por sua vez, propôs a criação de uma comissão específica para continuidade das discussões e demonstrou interesse em adotar um limite menor, tomando como referência o modelo do Chile, que aplica idade máxima de 28 anos para habilitação de veículos.
A ABTI acompanhou tanto as discussões do SGT-5 quanto as bilaterais e parabeniza a ANTT pela atenção à pauta ambiental e pelo estudo consciente sobre limite de idade, que permite avaliar de forma adequada quais propostas beneficiam o ambiente ao mesmo tempo em que não prejudicam as transportadoras em grande escala.
A ABTI inicia uma série de informativos para compartilhar os principais resultados firmados em ata durante a última reunião plenária do Subgrupo de Trabalho nº 5 (SGT-5) do Mercosul — fórum responsável por discutir e avançar os temas relacionados ao transporte rodoviário no bloco. O encontro ocorreu nos dias 15 e 16 de outubro, em Brasília, sob a presidência temporária do Brasil, liderada pela ANTT.
Durante a reunião, o setor privado, representado pelo Condesul, do qual a ABTI faz parte, solicitou que novos temas não sejam incluídos na pauta do SGT-5, reforçando a necessidade de priorizar a definição e padronização dos pesos e dimensões permitidos no transporte internacional, mediante atualização das Resoluções GMC 65/2008 e 26/2011.
O setor reafirmou consenso em torno das seguintes dimensões-padrão para harmonização no Mercosul:
• Comprimento total do conjunto caminhão-trator e semirreboque: 19,30 metros;
• Comprimento máximo do semirreboque (plataforma de carga): 15,60 metros;
• Comprimento máximo das Combinações de Transporte de Veículos (cegonheiras): 23 metros;
• Comprimento máximo da plataforma de carga das cegonheiras: 19,65 metros.
Além disso, foi defendida a harmonização das tolerâncias ao Peso Bruto Total (PBT), com proposta de aplicação de margem de 5%, atualmente vigente no Brasil, ou 3%, adotada no Uruguai.
Essas medidas são consideradas essenciais para garantir igualdade de condições e competitividade entre os transportadores dos países do bloco. O limite fixo de comprimento das plataformas de carga, em especial, é um ponto defendido pelo Condesul como forma de assegurar isonomia na capacidade de transporte entre todos os transportadores e países.
Encaminhamentos
As delegações nacionais informaram que estão em diferentes estágios de análise técnica sobre a atualização de pesos e dimensões, mas expressaram interesse comum em avançar no tema, reconhecendo, contudo, que as mudanças exigem tempo e adequação interna.
O tópico que apresenta maior avanço é o das novas dimensões veiculares. Para aprofundar o debate sem a necessidade de um novo encontro presencial, foi agendada uma reunião virtual para o dia 17 de novembro, próxima segunda-feira, exclusivamente dedicada a discutir o tema.
A ABTI se fará presente para acompanhar a discussão, defender novamente o posicionamento do setor privado e apresentar os resultados aos transportadores associados.
Foto: Rebeca Takechi / AESCOM ANTT