O presidente da ABTI, Paulo Ossani, e o vice-presidente, Diego Tomasi, estiveram presentes em Manaus (AM) para companhar uma série de agendas sobre o transporte e logística sedidas na capital amazonense. Também estiveram presentes em parte das atividades a vice-presidente executiva Gladys Vinci e Francisco Cardoso, membro do Conselho Consultivo da ABTI e presidente da Fetransul.
Os presidentes iniciaram a estadia em Manaus participando da TranspoAmazônia 2026, maior feira e congresso internacional de transporte e logística da região Norte. O evento reúne operadores, autoridades e especialistas de diferentes modais para uma programação com feira de negócios, congresso internacional, painéis técnicos, networking e exposição de soluções voltadas ao desenvolvimento logístico da Amazônia, com foco em inovação, conectividade e integração regional.
A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) também levou para Manaus as suas reuniões estatutárias e encontros setoriais. O Presidente Paulo Ossani, junto de Franscisco Cardoso, participou da Reunião Ordinária da Seção II – Transporte Rodoviário de Cargas, na qual foram abordados temas como a PEC de redução da jornada de trabalho, seguro RCV, CIOT, piso mínimo de frete, entre outros assuntos.
A diretoria também acompanhou e intergou a 42ª Assembleia Geral da Câmara Internacional da Indústria de Transportes (CIT), como parte do Capítulo brasileiro. A CIT uma organização internacional composta por representantes da indústria e do transporte de mais de 40 países, com o objetivo de fortalecer o setor de transporte e promover o intercâmbio de boas práticas entre suas entidades filiadas.
Durante o dia 28, a vice-presidente executiva Gladys Vinci compôs a programação do evento, apresentando painel sobre o processo de trabalho para o avanço do CRT Eletrônico, que vem sendo conduzido pelo Instituto Procomex com o apoio de entidades representativas do transporte no Mercosul, entre elas a ABTI.
O Transporte Rodoviário Internacional de Cargas (TRIC) é um segmento estratégico para a economia brasileira e para a integração do Mercosul, mas que historicamente muitas vezes permanece à margem dos grandes debates nacionais sobre logística e transporte.
O1º Encontro do TRIC busca mudar esse cenário e colocar o setor no centro das discussões.
O evento será promovido pela ANTT, em construção conjunta com entidades representativas do setor privado, entre elas a própria ABTI, e será realizado no dia 23 de junho, em Brasília/DF.
A iniciativa tem ainda o apoio da CNT e da NTC&Logística.
A diretoria da ABTI estará representada nos painéis programados, contribuindo para os debates junto de autoridades da ANTT e demais órgãos fiscalizadores, lideranças institucionais e entidades do setor privado.
Se programe, inscreva-se e compartilhe!
Garanta sua vaga: https://www.gov.br/antt/pt-br/eventos/tric-2026/1o-encontro-do-tric-2013-2026-formulario-de-inscricao
A ABTI destaca a importância da participação presencial dos transportadores nesta edição inaugural, fundamental para reforçar a representatividade e a importância estratégica do TRIC.
Entre os temas previstos para a programação estão:
• Painel 1 | Panorama do TRIC
• Painel 2 | Integração e Desburocratização no Setor Público
• Painel 3 | Desafios operacionais e impactos na competitividade
• Painel 4 | Corredores Logísticos e Integração Regional — Estratégia e Eficiência
• Painel 5 | Visão de Futuro do TRIC
?️ 23/06/2026
? Sede da ANTT - Brasília/DF
A ABTI e o Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do RS (SDAERGS) participaram nesta sexta-feira (22/5) de reunião com representantes da Receita Estadual do Rio Grande do Sul para apresentação e discussão da proposta de implantação de um Protocolo de Liberação de Mercadorias Importadas.
A proposta é para modernizar os processos logísticos relacionados às operações de importação no Estado e reduzir gargalos atualmente enfrentados nos recintos alfandegados, especialmente em portos secos e fronteiras.
Durante o encontro, as entidades esclareceram às autoridades do fisco estadual que o principal problema operacional não está relacionado à emissão da Nota Fiscal de Entrada em si, mas sim à dificuldade de comunicação ágil e à necessidade de posse imediata do documento no momento da retirada da carga do recinto alfandegado.
Na prática, mesmo após o desembaraço aduaneiro e a regularização fiscal das mercadorias, muitas cargas permanecem retidas aguardando a apresentação física ou disponibilização da nota fiscal, gerando filas, ocupação de pátios, aumento de custos operacionais, estadias de veículos e atrasos logísticos.
A proposta apresentada pelas entidades sugeria a criação de mecanismo eletrônico integrado entre a SEFAZ/RS e os recintos alfandegados, inspirado no modelo já adotado em Santa Catarina por meio do Protocolo de Liberação de Mercadoria ou Bem Importado (PLMI).
Durante a reunião, a Receita Estadual manifestou preocupação principalmente em relação aos aspectos de fiscalização e rastreabilidade das operações, destacando a necessidade de garantir mecanismos que permitam identificar e acompanhar o destino das cargas caso a apresentação imediata da Nota Fiscal deixe de ser exigida para saída da mercadoria.
Como alternativa inicial, foram discutidas possibilidades de apresentação posterior da documentação em locais específicos e delimitados para essa finalidade. No entanto, as entidades ressaltaram a necessidade de construção de soluções que não resultem em novas burocracias ou em dificuldades adicionais para recepção e circulação dos veículos.
Ao final do encontro, a Receita Estadual comprometeu-se a estudar os pleitos apresentados pela ABTI e pelo SDAERGS, bem como aprofundar a análise técnica do tema para apresentação de novas propostas e alinhamentos em futuras reuniões.