A estimativa consta no novo volume da série Transporte em Foco: "Enchentes no Rio Grande do Sul: quanto será necessário para reconstruir a infraestrutura de transporte rodoviário no estado?", lançado pela CNT
A recuperação da infraestrutura rodoviária do Rio Grande do Sul, depois das enchentes que atingiram o estado, demandarão até R$ 27,28 bilhões em investimentos, dependendo dos tipos de intervenção realizados.
O cálculo foi feito pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) e faz parte do informe técnico Transporte em Foco – Enchentes no Rio Grande do Sul: Quanto será necessário para reconstruir a infraestrutura de transporte rodoviário no estado?. No documento, lançado nesta semana, a Confederação também apresenta medidas para elevar a resiliência do modo rodoviário diante das mudanças climáticas e recomendações para as atualizações dos contratos de concessões.
A CNT consolidou os principais elementos danificados na infraestrutura rodoviária federal e estadual e em vias municipais, além de estimar o investimento necessário para a recuperação desses ativos à condição anterior ao desastre, propondo intervenções de engenharia padronizadas pelas entidades nacionais competentes.
"Como entidade máxima de representação das empresas de transporte de cargas e de passageiros, a CNT defende que a execução das obras no perímetro delimitado por este estudo é urgente e imprescindível para a recuperação do RS, assim como para a competitividade das empresas de todos os setores no estado e para a segurança dos usuários das vias", ressalta o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa.
O Rio Grande do Sul tem importância econômica expressiva. Em 2021, o PIB (Produto Interno Bruto) do estado foi de R$ 581,28 bilhões. A parcela representa aproximadamente 6,5% do PIB do país, proveniente do setor de serviços (4,0%), indústria (1,5%) e agropecuária (1,0%).
A CNT aponta ainda para a importância de esforços conjuntos dos poderes público e privado para a adoção de medidas de adaptação às mudanças climáticas e reforça a necessidade de implantação de Salas de Situação para o acompanhamento de cenários de risco à operação e às infraestruturas de transporte no país.
Essas ferramentas permitem a identificação das causas de problemas que levam ao comprometimento das infraestruturas e à detecção de possíveis soluções — e o mais importante: têm o potencial de antecipar ocorrências que podem prevenir acidentes com perda de vidas, assim como soluções de tráfego com indicação de alternativas de rota.
Confira o estudo completo aqui: Transporte em Foco
Fonte: CNT
Imagem: Divulgação/CNT
A ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) realizou neste mês o Fórum ESG no Brasil, que reunirá lideranças diretamente envolvidas nesse importante desafio e na busca de desenvolvimento sustentável.
O evento, que faz parte da série "Encontros com o Futuro", foi organizado pela ESPM e o World Observatory, em parceria com o Global Business do Curso de Administração e a PRIME, braço das Nações Unidas que reúne universidades de negócios e gestão mundialmente.
Durante o evento, foram debatidas soluções e como ampliar discussões relacionadas ao ESG, que envolve diferentes segmentos, novas agendas de desenvolvimento e públicos tomadores de decisões. Com um compromisso crescente com o meio ambiente, a responsabilidade social e a governança corporativa, o Brasil trilha um caminho em direção a um cenário empresarial mais sustentável e responsável.
O programa contou com panorama geral apresentado por Silvia Rucks, coordenadora residente da ONU no Brasil, seguido por Marco Castro, presidente da PwC Brasil. Também participarão Ricardo Berni (Raízen), Rebeca Kiperman (Enauta), Marcos Finco (Fundação Vale), Renato Costa (Odontoprev), Jorge Tavares de Almeida (Protege), Leticia Toledo (Banco Pan), Rute Rodrigues da Silva (Specialisterne), Cristovam Ferrara (Globo), Fábio Cesnik (CQS Advogados), Ana Flávia Cabral (Orquestra Sinfônica Brasileira), Pedro Rivas (ESPM) e Otacílio Nascimento (Toyota).
O Fórum ESG no Brasil é voltado a um público plural, ativo nos diversos segmentos que se dedicam à evolução dos conceitos ESG, com o objetivo de criar uma mudança cultural e empresarial para o futuro.
Assista ao Fórum completo aqui.
Para aproveitar o sucesso do evento e continuar as conversas, foi criado o grupo "ESG no Brasil" no LinkedIn. Caso tenham interesse em participar, nesse grupo será enviado convites para entrevistas, fóruns e relatórios setoriais, tudo 100% gratuito e produzido em parceria com as principais universidades do país.
Link para entrar no grupo ESG no Brasil no LinkedIn:
https://www.linkedin.com/groups/13053350/
A ABTI, através de sua Vice-presidente Executiva, Gladys Vinci, participou nesta segunda-feira (24), do evento de assinatura do contrato de permissão de instalação do Entreposto da Zona Franca de Manaus (ZFM) em São Borja/RS.
Este será o quinto entreposto da Zona Franca de Manaus no Brasil. O local deve funcionar como um armazém, recebendo os produtos das empresas instaladas na ZFM., podendo ainda servir como opção para internalização de cargas.
O polo industrial estratégico busca fomentar e fortalecer o setor logístico e econômico de todo o Mercosul, com investimento de R$50 milhões para execução do projeto que deve gerar 250 empregos diretos.
A previsão é que em até 120 dias a obra seja finalizada em 12 hectares de área na Plataforma Logística, no trevo de acesso à Ponte Internacional da Integração. A responsabilidade é da empresa Ponta Negra Logística, vencedora do processo de licitação.
O evento de assinatura reuniu autoridades, como o o prefeito de São Borja, Eduardo Bonotto, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo, que representou o governador Eduardo Leite, o senador Luis Carlos Heinze e o governador do Amazonas, Wilson Lima, além de representantes do setor privado de transporte e logística.
A ABTI parabeniza o empenho da Prefeitura de São Borja em obter este empreendimento que será essencial para a dinamização da economia, facilitando o escoamento da produção, a otimização logística e a redução de custos.
Zona Franca de Manaus
A Zona Franca de Manaus é um parque industrial brasileiro localizado na cidade de Manaus, capital do estado do Amazonas, administrado pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA).
Este centro industrial, comercial e agropecuário possui condições econômicas e incentivos incentivos fiscais que permitem seu desenvolvimento apesar dos fatores locais e da distância de grandes centros consumidores.
Além disso, a ZFM é um mecanismo de preservação da Floresta Amazônica, buscando harmonizar conservação ambiental com desenvolvimento econômico ao diminuir a pressão sobre a floresta.
Foto: Eliezer Falcão/Ascom Sedec