Slide background
Slide background
Slide background
Slide background
Slide background
Slide background
Slide background
Slide background
Slide background
Slide background
Slide background
Slide background
Slide background
Slide background

 

 

A Associação dos Despachantes, Exportadores e Transportadores de Jaguarão e Rio Branco (ADT) elegeu na última quarta-feira (11/12) sua nova diretoria para o biênio 2025/2026. Liber Daniel Amaro, sócio proprietário da Amaro Transportes, será o novo Presidente. Juan Diego Pinero Ruiz, da Ruiz Transportes, será o vice-presidente.

Amaro assume o cargo no lugar de Felipe Seabra, que ficará como um dos suplentes para o biênio e manterá a atuação na entidade.

Segundo Amaro, o foco de sua gestão será dar continuidade ao trabalho realizado até o momento, buscado também novas parcerias e soluções para os desafios vindouros.

"É com grande honra que assumo a presidência da ADT. Tenho a certeza que muita coisa já foi conquistada nesses prematuros dois anos de existência da nossa Associação. Quero dar continuidade ao excelente trabalho que já vinha sendo realizado pela gestão anterior, como o projeto do terreno da associação, cedido pela Prefeitura de Jaguarão, em parceria com a Multilog para o aumento de vagas e utilização para descanso de motorista, aumento no quadro societário da entidade e aprimoramento das demandas que já estão em tratativas", afirma o presidente eleito.

A ABTI parabeniza o Sr. Liber Amaro pela eleição e estende os desejos de sucesso a toda a nova diretoria. Também agradecemos a parceria demonstrada a ABTI pelo Sr. Felipe Seabra durante sua gestão. Da mesma forma, a Associação se coloca à disposição para contribuir com a ADT em ações e campanhas que venham a contribuir para o crescimento do setor e da região.

Confira o Conselho Administrativo completo abaixo.

Presidente: Líber Daniel Amaro

Vice-presidente: Juan Diego Pinero Ruiz

1º secretário: José Augusto Siqueira Alves

2º secretário: Roberto Carlos Galarraga

1º tesoureiro: Marcela Ximenez Correa

2º tesoureiro: Maicon da Silva San Martin

Diretora de Patrimônio: Valeria Strohschoen Jackson

Diretor Jurídico: Atila Emigdio Ança Evaristo

Diretor de Transportes: Luis Felipe Brod

Diretor de Comércio Exterior: Cristiano Cardoso

Diretor de Comércio Exterior: Clodomiro dos Santos

Diretor para Assuntos Internacionais: Edgardo Ramos

Conselho Fiscal:

Nilton Braga Gonçalves

Antônio Carlos Sena de Oliveira

Jéssica Borges Medeiros

Suplentes:

Aloisio Silveira

Felipe Antônio Demarco Seabra

Federico Ruiz

Leia Mais

A ABTI divulgou recentemente o guia produzido pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) com orientações para registrar não conformidade do biodiesel de base éster, compulsoriamente misturado ao óleo diesel brasileiro, o que vem gerando problemas nos veículos da frota nacional como formação de borra no tanque e entupimento de bicos injetores, além de comprometimento da potência do veículo e diminuição da vida útil das peças.

Devido a relevância do tema, lembramos também que a CNT possui ampla e aprofundada pesquisa acerca de uma promissora alternativa energética de curto prazo curto prazo: o diesel verde, também conhecido como diesel renovável, que difere tanto do diesel mineral (de origem fóssil) quanto do biodiesel de base éster, e apresenta vantagens em relação a ambos para o abastecimento de veículos pesados.

A publicação técnica Diesel Verde – Uma opção de baixo carbono para caminhões e ônibus rodoviários, é a quarta edição da Série CNT Energia no Transporte, que já abordou as fontes: hidrogênio renovável, eletromobilidade e biometano.

O trabalho mostra que o grande diferencial do diesel verde é sua composição química, que o torna totalmente compatível (drop-in) com os atuais motores a diesel de ônibus e caminhões, sem a necessidade de modificações no sistema, por ter uma estrutura de moléculas semelhante à do seu equivalente de origem fóssil – o diesel mineral.

Obtido a partir de resíduos orgânicos ou biomassa, o diesel verde é renovável e, em sua combustão, emite menos gases considerados nocivos à saúde humana e ao meio ambiente, tais como hidrocarbonetos (HC), monóxido de carbono (CO), óxidos nitrosos (NOx) e material particulado (MP). O país tem grande potencial para produzi-lo, uma vez que é abundante em matérias-primas fundamentais ao seu processo produtivo, como óleos vegetais e gordura animal, e pode até se tornar um fornecedor mundial do insumo.

diesel_verde1.png

Fonte: Elaboração CNT, com base em ANP (2024). Acesso em: 25 mar. 2024.

Cabe destacar que a produção de diesel verde é realizada a partir de diversas tecnologias, sendo o hidrotratamento na presença de hidrogênio a mais difundida mundialmente. Esse processo leva à obtenção do óleo vegetal hidrotratado (HVO, da sua sigla em inglês), que pode ser abastecido em veículos pesados.

Para dar um passo na sua oferta nacional, o parque produtivo carece de investimentos nas infraestruturas de refinarias ou na construção de novas biorrefinarias dedicadas. Além disso, faltam políticas públicas que estimulem a sua produção e o seu consumo em escala nacional.

A publicação traz, ainda, gráficos e comparativos, com base em dados coletados em diversos países, que demonstram o desempenho ambiental do diesel verde em veículos que não precisam sofrer modificações mecânicas. Em todos os cenários levantados em veículos de ciclo diesel, a performance energética foi positiva em termos de eficiência e redução de emissões associadas nos diferentes ciclos de condução.

diesel_verde_3.png

diesel_verde2.png

O material da Confederação contribui para o debate sobre transição energética e para demonstrar que o país não precisa se ater a uma única opção se o objetivo for descarbonizar o setor de transporte, mas antes é necessário ampliar o debate acerca do tema.

Acesse o conteúdo completo aqui.

Leia Mais

Na reunião bilateral Brasil-Paraguai, realizada em outubro, a delegação brasileira apresentou uma proposta de Acordo Vicinal voltado ao transporte de cargas por veículos de pequeno porte, visando a regulamentação da movimentação de mercadorias entre Foz do Iguaçu, no Brasil, e Ciudad del Este, no Paraguai. A proposta foi bem recebida pelo Paraguai, que se comprometeu a analisá-la internamente.

Este Acordo Vicinal busca estabelecer normas claras e seguras para o transporte de cargas em veículos com capacidade de carga útil (CCU) inferior a 8 toneladas, uma faixa não contemplada pelo ATIT.

A necessidade dessa proposta vem da falta de harmonização de regras para essa modalidade de transporte, o que deixou um vácuo normativo na questão. Em 2019 foi publicado o Acordo sobre Localidades Fronteiriças Vinculadas (Decisão GMC 13/19), que facilitou o trânsito de produtos de subsistência, destinado a consumo pessoal, em um contexto de necessidade.

Também em 2019, a Receita Federal de Foz do Iguaçu, através da Portaria 88/19, disciplinou o despacho aduaneiro de exportação para mercadorias transportadas em veículos de até 3,5 toneladas, porém abrangendo também mercadorias com destinação comercial.

Devido à falta de regulamentação e às permissões divergentes entre a Receita Federal de Foz do Iguaçu e as normas do ATIT, a ausência de diretrizes específicas para esses veículos de menor porte passou a dificultar a fiscalização adequada e trazer riscos à segurança fronteiriça.

A proposta brasileira sugere que a modalidade de transporte por veículos menores seja permitida nas rotas entre Foz do Iguaçu e Ciudad del Este, incluindo as localidades fronteiriças de Puerto Presidente Franco e Hernandarías. Nesse contexto, o Brasil propõe obrigatoriedade da emissão de Licença Originária e Licença Complementar para veículos com peso bruto total a partir de 3,5 toneladas, independentemente de sua capacidade de carga.

Além disso, os veículos habilitados para esta operação deverão cumprir requisitos de segurança, como apresentação de seguro de responsabilidade civil e Certificado de Inspeção Técnica Veicular vigentes. A proposta ainda sugere estabelecer uma CCU mínima de 40 toneladas para a obtenção das licenças do TRIC, metade do exigido para habilitação da frota de veículos pesados.

Ponta Porã - Pedro Juan Caballeros

Outra proposta que partiu da delegação brasileira foi a de outro acordo vicinal, desta vez em Ponta Porã/Pedro Juan Caballeros, visando permitir a realização de manobras de retorno na via que acompanha a fronteira entre os países.

O pedido surgiu após ocorrência em que um motorista brasileiro foi preso e seu veículo foi retido ao tentar retornar ao Brasil e adentrar inadvertidamente o território paraguaio nesta região em que há a conurbação das cidades. Segundo as autoridades, o caso foi considerado contrabando. O acordo sugerido poderia permitir que motoristas de ambos os países adentrassem a região do outro quando necessário para esse tipo de retorno. O Paraguai apenas afirmou que irá solicitar parecer da Aduana e do Ministério de Relações Exteriores sobre o tema.

 

 

 

Leia Mais

R. dos Andradas, 1995 - Santo Antônio
Uruguaiana - RS - Brasil
Cep: 97502-360
abti@abti.org.br

logoBoto

Siga-nos

1.png 2.png 3.png 4.png 

+55 55 3413.2828
+55 55 3413.1792
+55 55 3413.2258
+55 55 3413.2004